ESTER
Ester é esbelta como a palmeira brava,
Os pés de trigo têm o cheiro dos seus lábios,
E os dias de festa que em Judá se celebram.
De noite, o seu coração repousa sobre um salmo,
Os ídolos escutam nas salas do palácio.
O rei sorri se vai ao seu encontro —
O olhar de Deus está sempre posto em Ester.
Os judeus jovens fazem canções à irmã,
Gravam-nas nas colunas da sua antecâmara.
[In Baladas Hebraicas, tradução e apresentação de João Barrento, Lisboa: Assírio & Alvim, 2002, p. 77].
By Francois-Leon Benouville
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Fernando Paixão
Os berros das ovelhas de tão articulados quebram os motivos. Um lençol de silêncio cobre a tudo e todos. Passam os homens velho...
-
Os berros das ovelhas de tão articulados quebram os motivos. Um lençol de silêncio cobre a tudo e todos. Passam os homens velho...
-
Callas na escala ascendente A Ziriguimel Inteira, tua voz é um cone, torre de catedral, coisa tátil, que se avista, mutáv...
-
Não conheço nenhum romancista que não tenha o vício desaforado da leitura. Somos, por definição, bichos leitores. Roemos as palavras dos l...

Nenhum comentário:
Postar um comentário