Somos filhos do tempo infinito,
de um tempo que traz sabedoria e leveza,
mas tornei-me criatura tão frágil -
qualquer um pode perceber -
que desmorono ao acaso,
a um lance de dados,
se não respondes
ao meu aceno
quando estás
a meu lado.
Por nada, eu sei, por nada
desmorono numa implosão silenciosa
flutuo ao sabor do vento
perdida de mim
desesperançada de ti
até que o sopro do vento
me carregue daqui.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Fernando Paixão
Os berros das ovelhas de tão articulados quebram os motivos. Um lençol de silêncio cobre a tudo e todos. Passam os homens velho...
-
Os berros das ovelhas de tão articulados quebram os motivos. Um lençol de silêncio cobre a tudo e todos. Passam os homens velho...
-
PÃO-PAZ O Pão chega pela manhã em nossa casa. Traz um resto de madrugada. Cheiro de forno aquecido, de levedo e de lenha queimada. Traz as...
-
O Barco Bêbado Quando eu atravessava os Rios impassíveis, Senti-me libertar dos meus rebocadores. Cruéis peles-vermelhas com uivos terríve...

Nenhum comentário:
Postar um comentário